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SERRA ESCORREGA DE NOVO. E TOMBA SOBRE SEU PASSADO

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Por Celso Lungaretti J osé Serra perdeu o equilíbrio de novo. Fez triste figura mais uma vez. Desonrou novamente os ideais de outrora. Embora tenha terceirizado o ataque jurídico e verbal contra o blogue Conversa Afiada   (do Paulo Henrique Amorim) e o site Luís Nassif OnLine , as responsabilidades política e moral são dele, Serra. Só dele. Pessoais e intransferíveis. Pois foi em benefício de sua candidatura que o PSDB fez uma representação à Procuradoria Geral Eleitoral, pedindo investigações... com o evidente objetivo de promover intimidações! E foi para evitar que Serra aparecesse como paladino da imposição da censura na internet, qual um  velho cavalheiro indigno   (1) a clamar pela volta da Dª Solange (2) , que o presidente tucano Sérgio Guerra incumbiu-se de tentar justificar o injustificável nos papos com a imprensa. Assim como era seu vice, Índio da Costa, quem cortejava os eleitores de extrema-direita durante a campanha eleitoral de 2010,...

PRAZER EM TE REENCONTRAR, COMPANHEIRA VANDA!

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Sem falsa modéstia, acertei em praticamente tudo que escrevi sobre a campanha e o resultado do 2º turno da eleição presidencial. Leitores contrariados com a derrota demotucana, entretanto, correram a me rotular de "petista", forma bem brasileira de desqualificar argumentações irrespondíveis. No terreno minado em que se transformou o debate político na internet, não há mais espaço para nuances e sutilezas. Caímos no maniqueísmo total: reduz-se tudo a uma disputa entre o Bem e o Mal, só diferindo o entendimento sobre quem seja o  mocinho  e quem seja o bandido. Para veteranos de outros carnavais, entretanto, há uma infinidade de tons entre o branco e o negro. Foi assim que aprendemos a pensar a realidade e a direcionar nossas ações. Não mudarei para satisfazer o primarismo de ninguém. Pois, mais do que êxitos, ganhos e prestígio, o que me importa é a coerência. Sou capaz de suportar a reprovação generalizada, quando intimamente sei que estou certo. Nem imagino o que acon...

RETROCESSO EVITADO, A PRIORIDADE SERÁ DESLANCHAR O AVANÇO

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Celso Lungaretti (*) Como não há mal que sempre dure, chegará ao fim neste domingo a campanha presidencial mais tediosa e deseducativa desde que o Brasil voltou à civilização, em 1985, depois de 21 anos de trevas. O ritual democrático desta vez ficou em descompasso com o estado de ânimo do povo brasileiro. Vivendo seu melhor momento econômico das últimas décadas, com mais empregos, mais ganhos, mais consumo e perspectivas douradas pela frente (pré-sal, Copa do Mundo e Olimpíada), o que nossa gente queria mesmo era manter Lula na Presidência. Felizmente, ele fechou os ouvidos ao canto das sereias, não consentindo numa mudança das regras do jogo. A segunda reeleição, com certeza, seria legitimada por um plebiscito e pela previsível avalanche de votos... trazendo consigo, entretanto, o espantalho do chavismo, pretexto pelo qual há muito anseiam as correntes mais nocivas e retrógradas deste país, sempre à cata de uma oportunidade para reeditarem 1964. Dilma Rousseff foi a aposta de L...