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Mostrando postagens com o rótulo EDUCAÇÃO-HISTÓRIAS

Êta Professora arretada! A Profa. Amanda Gurgel do RN

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DISCURSO DA PROFA. AMANDA GURGEL NA ALE/RN Eu preferia ela como presidenta do SINTERO que a burguesa que aí está . *A transcrição procurou ser fiel a forma de falar da referida professora do Rio grande do Norte. "— Bom dia a todas e todos! Durante cada fala aqui eu pensava em como organizar a minha fala. Porque assim são tantas as questões a serem colocadas e tantas angústias do dia-a-dia de quem está em sala de aula, de quem está em escola, eu queria pelo menos tentar sintetizar minimamente essas angústias, essas questões. Mas também como as pessoas apresentam muitos números e como sempre colocam que os números são irrefutáveis, eu gostaria também de apresentar um número para iniciar a minha fala. Que é um número composto por três algarismos apenas, bem diferente dos demais números que são apresentados aqui com tantos algarismos, que é o número do meu salário. Um 9, um 3 e um 0. Meu salário base, 930 reais. E aí eu gostaria de fazer uma pergunta a todos e todas qu...

Gaza: "Qual a diferença?"

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Para os que apenas lêem notícias depreciativas acerca dos Palestinos e de sua causa e para aqueles que acreditam que todo israelense  é a favor do Holocausto Palestino patrocinado pelo seu estado, eis um que não é uma das ovelhas do grande rebanho de "Israel". Exemplo que deveria ser seguido por todos os professores do Brasil em relação aos governos e ao estado que, além de lhes pagar muito mal, convida-os e até obriga-os a se curvarem diante de si e  das suas exigências "clonificantes" ou "ovelhificantes" para si mesmo, para seus alunos e toda a sociedade. Peixoto.  Eis um textículo para nossa reflexão: Se o HAMÁS explodir um ônibus, como já fizeram em Tel-Aviv, e eles disserem: "Nós pretendíamos destruir o veículo, não os passageiros!" As pessoas iriam rir! Qual a diferença quando Israel despeja bombas numa área altamente habitada em Gaza, como fizeram em Jul/2002, e então disseram: "Não pretendíamos matar civis,...

DIÁRIO DO EXÍLIO 10

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1. O meu tema não tem relação alguma com a questão da cronologia do ano que s finda. Não pretendia dizer “feliz 2011”. Não, nada disso! O dia 19 de outubro de 2009 para mim marca o limite com que podemos lidar com a racionalidade com outra pessoa. Marca até onde se pode suportar a ignorância de alguém que, teoricamente, deveria demonstrar sapiência e competência no trato da máquina pública e, principalmente, dos agentes públicos que a fazem funcionar. Essa data registra também um fato que tem sido corriqueiro no cotidiano das Escolas Públicas, mas que não deveria ser. Não deveria existir: mas é tão comum! Não deveria acontecer: mas, infelizmente acontece. Essa é a data em que uma diretora de escola pública da Capital do Estado chega ao auge, ao limite máximo do assédio moral que é capaz, direta e indiretamente, de impingir, impor sobre um colega professor de História desde 2008 quando o mesmo foi lotado para trabalhar nessa dita escola. O que aqui será brevemente narrado será apen...

CARTA DE UM PROFESSOR AO NOVO GOVERNADOR DE RONDÔNIA CONFÚCIO MOURA- 02

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 1- Talvez eu não tenha sido feliz no que disse na primeira carta que escrevi para o senhor. Por favor, me desculpe se não me fiz entender como eu gostaria: de forma clara e direta a respeito das minhas expectativas em relação ao seu futuro governo, no que diz respeito precisamente à área de educação. Enquanto professor concursado e licenciado em História, lotado em um dos estabelecimentos de Ensino deste Estado, desde o ano de 1990, só demonstrei apenas minha estranheza na escolha do titular da pasta tomando por base fontes pessoais que disponho dentro da UFRO. Torço para que o ilustre e bem aventurado cidadão possa surpreender e a corresponder as necessidades da população nesta área. Pelo tempo que trabalho como professor dentro das escolas, pelo o que já passei, experienciei, ouvi, vi, li, fiz e fui constrangido a fazer me julgo em condições de, no mínimo, oferecer-lhes algumas sugestões no intuito de corroborar com o sucesso do vosso governo. Essa minha escrita parte da espe...

CONFÚCIO MOURA OU CONFUSO MOURA?

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CARTA DE UM PROFESSOR AO NOVO GOVERNADOR DE RONDÔNIA CONFÚCIO MOURA Caro senhor Governador, — Parabéns pela sua eleição e diplomação ocorrida! Mas, o assunto que gostaria de tratar com o senhor é outro. Diz respeito a sua escolha do futuro chefe da pasta da Secretária de Estado da educação - SEDUC o senhor Jorge Alberto Elarrat Canto. — Creio que o senhor sabe, melhor do que eu, que a educação que se faz em Rondônia até agora é uma vergonha e é medíocre , meu caro governador. Para justificar esta minha afirmação tão categórica, vou citar alguns fatos corriqueiros que eu presenciei, da qual também fui vítima ao longo de mais de vinte anos de exercício desta sofrida e ilusória profissão e que é visto por muitos como algo até “natural”. Sei que o senhor há de concordar comigo e que também está cansado de saber disso, mas não custa muito nos lembrar só mais um pouquinho. Não é? Pois, para mim, não tais fatos jamais são naturais, mas políticos. A saber: 1] Quanto as ...

Ser professor em escola pública poderia ser melhor como muitos pensam...

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TEXTO EM MEMÓRIA DA INJUSTIÇA POR MIM SOFRIDA NA ESCOLA 4 DE JANEIRO.  INTRODUÇÃO — Não serei o último a narrar mais que uma espécie de memorial das minhas experiências de vida profissional como professor de história e nem pretendo aqui esgotá-la. Não há escapatória para mim. Terei de selecionar, recortar vivencias para poder tecer uma narrativa que se proponha a dizer alguma coisa de parte dos meus 21 anos de docência remunerada. Desses 21 anos, considero que minha segunda passagem pela Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Quatro de Janeiro situada na periferia da capital de Porto Velho, Rondônia entre o ano de 2008 a 20 de outubro de 2009 foi a mais profundamente marcante para mim. Pelas seqüelas que marcaram meu corpo e mente. Não é que a minha vida nas outras escolas que trabalhei tenha sido um paraíso. Não se trata disso. Em termos de estrutura física, localidade, funcionalidade de um modo geral, o de Janeiro não difere das demais congêneres. Mas, em nenhuma...

“Criança:alunos”- A bagunça dos "Sem-Luz": Algumas impressões

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A salas de aulas se parecem muito com isso...  1- Tive que “tomar conta” d’um grupo de “crianças-alunos” do ensino dito fundamental esta tarde. Criaturas que não ficaram para recuperação nas avaliações do 3º bimestre na escola onde estou trabalhando. Sua “tia”, a professora, os mandou para videoteca, onde estou trabalhando para assistir “As crônicas de Narnia” enquanto ela cuida dos que não tiveram a mesma sorte deles (?). O tal filme não foi uma escolha pensada e previamente planeja pela colega. Pertencia a uma das alunas. Nesta “escola” há um costume, digno de uma reflexão mais elaborada no futuro de alguns colegas, como subterfúgio, evasiva, truque se utilizarem do artifício de fazerem sessões de exibições de filmes em DVD de desenho animados da Disney, filmes do Harry Potter, Anaconda e As Crônicas de Nárnia como ópio não do povo que ele ministra aulas, mas deles mesmo. É um bom momento de descanso, de quebra da rotina bizarra desta fatigante profissão, pelo o menos, do jei...

Ser professor em escola pública não é tão fácil como pensava...

Capítulo 01:   1. Em 2008 até 20 de outubro de 2009 fui lotado pela Representação de Ensino de Porto Velho/RO na E.E.E.F.M 4 de Janeiro que se localiza no bairro do mesmo nome. Eu já tinha trabalhado nesta escola antes, durante a gestão da prof. Ivonete. Porém, praticamente fugi dela quando o governo de então substituiu- a por outra pessoa. Nesta ocasião, havia me dado conta de como as pessoas são descartáveis para os governantes. Como eles estão pouco se importando com as consequencias de suas atitudes junto a comunidade escolar. Simplesmente trocam a direção independente do trabalho que este faça e dos bons resultados que, por acaso, tenham produzido.   2. Mas o que me levou a pedir me saída dela, a minha devolução foi a atitude brusca e autoritária que a nova diretora. Esta figura, mal entrou na escola e, sem se apresentar ou dialogar com a comunidade escolar já foi revirando tudo o que funcionava lá. Para mim, ela se apresentou já alterando o horário escolar que h...