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Mostrando postagens com o rótulo HOMENAGEM; DEPOIMENTOS; AMIZADE; SINTERO

EDSON MACIEL: Qualquer dia, amigo a gente vai se encontrar e aos 58 anos, tudo parece continuar funcionando. Feliz aniversário!

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Em 22 de Junho de 2007, travei um curtíssimo, mas produtivo diálogo com um veio amigo velho: o professor e mestre Edson Maciel Junior. Um diálogo profundo, mas jamais esquecido, poucos dias após ele entrar na segunda idade. Ora, para homenagear sua passagem para a terceira idade, repriso o diálogo travado num passado bem recente que tirei do fundo do baú das minhas memórias pessoais. Tomara que ele se recorde com bom humor o curto diálogo mal criado travado entre eu e ele. Como diz a canção de Milton Nascimento, Fernando Brant: “Amigo é coisa pra se guardar debaixo de sete chaves. Dentro do coração. Assim falava a canção. Que na América ouvi. Mas quem cantava chorou ao ver seu amigo partir. E quem ficou no pensamento voou. Com seu canto que o outro lembrou. E quem voou, no pensamento ficou Com a lembrança que o outro cantou. Amigo é coisa pra se guardar. No lado esquerdo do peito. Mesmo que o tempo e a distância diga não. Mesmo esquecendo a canção. E o que importa é ouvir. ...

FRANCISCO BATISTA “PANTERA”, NORDESTINO, CABRA DA PESTE, MEU HISTÓRICO AMIGO. depoimentos.

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Um Cabra da peste, amigo meu, desde 1992, acho eu, até hoje então. Conheci quando me transferi para UNIR, a fim de minha licenciatura plena em HISTÓRIA concluir. Foi um tempo bom: agruras do trabalho de professor do Estado com os da Academia, prática e teoria que nos fizeram ser a presente alegoria: mão de obra e cérebro a serviço da educação. Dois Xico Batista, o tripé da Academia que assombrava as meninas com o tamanho do seu “aleijão”. Militava fazendo política pelo partido comunista do Brasil, o partido que naquele tempo, diziam, mal cabia num fuscão. Arretava todo mundo, de professor anti-cientificista ao petista de plantão; de Alberto Lins Caldas ao boçal do Ariote: não importava a razão. O Pantera que lá dentro convivi, não corria de nenhuma discussão. Três Pantera sindicalista foi sempre uma assombração dos diretores “robertistas” do SINTERO que relutam em deixar de ser eterno no cargo em que estão. Pretensiosos, safados alpinistas sociais que se pro...