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Nasceu! Guil Simon Peixoto Cruz. DIÁRIO DO EXÍLIO 12: Carta de um Pai ao novo filho.

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 “De tudo o que está escrito, eu amo somente aquilo que o homem escreveu com o seu próprio sangue. Escreve com sangue e experimentarás que sangue é espírito.” Nietzsche, F. Assim Falou Zarathustra. “ Minhas palavras são extensões do meu corpo...” Rubem Alves Guil, meu filho: Finalmente você foi nascido! Nesta manhã do dia 04 de março de 2011 pela manhã, infelizmente em rolim de moura, em rondônia e numa família cujo pai é professor de escola pública. Se dependesse só de mim seria em outro lugar melhor que esses e numa família de melhor poder aquisitivo. Mas, quis as condições que também fui gerado e em que vivo; quis as circunstâncias dessa profissão abraçada equivocadamente; quis minhas burrices cometidas ao longo da minha vida e a vontade dos OUTROS as quais tenho que forçadamente lidar: a sociedade e seus governantes e a esse lugarzinho, em especial, você foi nascido nessa infeliz cidade, nesse infeliz estado, do jeito como eles se configuram em meu tempo i...

DIÁRIO DO EXÍLIO 11- RIVOTRIL, MEU AMIGÃO.

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“ Pode ser que um dia deixemos de nos falar... Mas, enquanto houver amizade, Faremos as pazes de novo. Pode ser que um dia o tempo passe... Mas, se a amizade permanecer, Um de outro se há-de lembrar.   Pode ser que um dia nos afastemos... Mas, se formos amigos de verdade, A amizade nos reaproximará. Pode ser que um dia não mais existamos... Mas, se ainda sobrar amizade, Nasceremos de novo, um para o outro.   Pode ser que um dia tudo acabe... Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, Cada vez de forma diferente. Sendo único e inesquecível cada momento Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre. Há duas formas para viver a sua vida: Uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre. ”   Albert Einstein. §1—O que seria de mim sem ti amigão? Especialmente nos momento de minha maior solidão e aflição, instaladas no abismo da minha emoção: oh melancoli...

DIÁRIO DO EXÍLIO 10

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1. O meu tema não tem relação alguma com a questão da cronologia do ano que s finda. Não pretendia dizer “feliz 2011”. Não, nada disso! O dia 19 de outubro de 2009 para mim marca o limite com que podemos lidar com a racionalidade com outra pessoa. Marca até onde se pode suportar a ignorância de alguém que, teoricamente, deveria demonstrar sapiência e competência no trato da máquina pública e, principalmente, dos agentes públicos que a fazem funcionar. Essa data registra também um fato que tem sido corriqueiro no cotidiano das Escolas Públicas, mas que não deveria ser. Não deveria existir: mas é tão comum! Não deveria acontecer: mas, infelizmente acontece. Essa é a data em que uma diretora de escola pública da Capital do Estado chega ao auge, ao limite máximo do assédio moral que é capaz, direta e indiretamente, de impingir, impor sobre um colega professor de História desde 2008 quando o mesmo foi lotado para trabalhar nessa dita escola. O que aqui será brevemente narrado será apen...

DIÁRIO DO EXÍLIO- 09: COMO SE FABRICA UM CIBORGUE EVANGÉLICO.

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1-Conforme a ciência biológica entende e afirma: fui expelido, excluído, posto para fora, cuspido, retirado, devolvido de um nada, jogado para fora de um útero materno, segundo diz um registro feito, pela tardinha, numa mesa de maternidade do bairro da Várzea no Grande Recife, capital de Pernambuco. Isso já faz 43 anos que “aconteceu” ou será melhor dizer: “acontecendo”? Depois do que poderíamos chamar de construção do meu hardware básico, do conjunto de componentes necessários para meu funcionamento, teve início minha formatação pela e na sociedade. O software começou a ser instalado, como complemento e companheiro do hardware até então gestado no casulo interno-materno: Saí de um útero para outro bem maior, nada afável, tolerante, educador, doce, bonito, respeitador, otimista, esperançoso, confiante e incentivador. D’um nada caótico fui posto [ou como se diz no lugar de onde falo agora: ”ponhado”] num quase “todo” estabelecido: num conhecido- estranho, num aceitável-puro absurdo...

DIÁRIO DO EXÍLIO ALHEIO: CONFISSÕES DE UM AMIGO PERTUBADO.

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O amor é como chama de uma vela.... O com/texto do texto abaixo é a situação fragilizada de um casamento de mais de dez anos de existência entre um funcionário público e uma “Dona de Casa” sem emprego e quatro filhos para criar. Fragilizado justamente por questões financeiras. Falta de dinheiro mesmo e dívidas acumuladas e demoradas para serem quitadas e que por isso: o casal nunca consegue ter sua casa própria, mora muito mal de aluguel, nunca pode se vestir bem, se divertir o mínimo necessário, tratar dos próprios dentes e, que pior, têm sua vida desgraçada exposta para os parentes, neste caso, os da mulher. O casal se encontra morando bem próximo da casa da sogra do marido e que sogra em?! Ela, apesar de cristã e seguir caninamente orientações de figuras milagreiras como, por exemplo, o padre Reginaldo Manzotti, odeia com toda a sua força e fé o marido da própria filha. Ela o responsabiliza pela vida de miserável que sua filha e netos levam. Resumindo: ela o culpa simplesment...

AUSENTE DO EXÍLIO POR POUCO TEMPO

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1-Precisei e tive que "sair" do EXÍLIO por um tempo. Fui ao encontro das pessoas para quem eu existo, que me dão a existência de que necessito para se viver neste lugarzinho chamado rondônia. 2-Não encontrei e nem fui encontrado por todos ainda. 3- Tive prosas interessantes com Joaci, com a Dora sua espôsa, com o Daniel-Índio, com o meu irmão e sua esposa, pús no  meu braço o meu novo sobrinho Mateus; jantei com o Claudomar o saltenha, troquei algumas palavras com o véio Raimundo, fui na casa da mona Marcos o Taióba onde me diverti muito; reví o Antõnio do boné do rolão e os novos amigos do CEEJA Pe. Morett e reví também os meus melhores amigos: os livros das minhas livrarias preferidas. Reví meus colegas da REN/PVH e meu amigo Serjão e o Índio Osmair. 4-Rencontrei minha mãe, a Peixotona. Eu a ouvi muitoooo!!! Foi bom, sei de suas intenções maravilhosas. Guardei muitas  e belas imagens dela. Senti-me como se estivesse no Recife de minha infância. Retornarei ao ...