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Mostrando postagens com o rótulo Elio Gaspari

SUCESSORA DE FAUSTO, DILMA QUIS FLEXIBILIZAR O PACTO COM MEFISTÓFELES...

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Serenidade" de um lado, "falas desconexas" do outro. O  jornalista e historiador Elio Gaspari é um homem de esquerda formado na cultura do velho PCB. Como tal, manteve-se bem distante das  ilusões armadas  e hoje não crê nem mesmo nas  ilusões desarmadas . Move-o, contudo, um elogiável sentimento de compaixão e solidariedade para com o povo sofrido, daí ter assumido posição contrária ao Governo Dilma, principalmente no catastrófico segundo mandato. Em  artigo recém-publicado , ele compara com sapiência e sarcasmo os estilos pessoais:  " Antes mesmo de completar cem dias, Michel Temer conseguiu dar estabilidade ao seu governo. Começou da pior maneira possível, com um ministério pífio e contaminado, cercado de suspeitas e de ligações inconvenientes. A mágica tem um nome: calma, sangue frio ou mesmo serenidade.   ...A estabilidade trazida pela mágica da calma foi ajudada pela esperança que a blindagem de Henrique Meirelles levou para o Mini...

GASPARI REPETE AS FALÁCIAS DAS VIÚVAS DA DITADURA

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Por Celso Lungaretti De vez em quando o Elio Gaspari toma emprestado o chapéu do Reinaldo Azevedo ... E lio Gaspari, napolitano radicado no Brasil há quase sete décadas, é um homem de esquerda que, em 1968 e anos seguintes, abominava os movimentos contestatórios que sacudiam o mundo.  Assim como o genovês Mino Carta, mantinha-se devoto do comunismo desvirtuado e burocratizado que  se desmanchava no ar, esfarelando-se sob o impacto das duas grandes primaveras, a de Paris e a de Praga. Virou as costas à juventude mais combativa que o Brasil já produziu e está resmungando até hoje contra quem verdadeiramente lutou, enquanto seus camaradas se omitiam e até sabotavam a resistência heroica que uns poucos Davis opúnhamos à legião de Golias da ditadura militar. Nunca esquecerei o desgosto que nos causava receber notícias de morte ou torturas de companheiros queridos, simultaneamente com relatos dos esforços mesquinhos da direção do PCB para convencer seus militantes...

POLÍCIA DO ALCKMIN MATA SAUDADES DA DITADURA

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Celso Lungaretti N unca me senti tão velho como nesta 5ª feira (13), quando, acamado com forte gripe, só fiquei sabendo pela mídia e pelas redes sociais que a Polícia Militar barbarizara o centro de São Paulo, reprimindo bestialmente os manifestantes que (até então) protestavam pacificamente contra o aumento das tarifas de transporte coletivo. Foi a confirmação do que venho alertando há anos (vide   aqui , p.  ex.): está em curso uma escalada de fascistização em São Paulo, orquestrada pelo governador   Opus Dei   Geraldo Alckmin, com a cumplicidade de figurinhas carimbadas como o reitor   TFP   João Grandino Rodas (da USP) e tendo como principais provocadores os brucutus da tropa de choque da PM, vulgo Rota (aquela que se orgulha de ter coadjuvado o terrorismo de estado nos   anos de chumbo , que é sempre denunciada pelas entidades internacionais de defesa dos direitos humanos por suas execuções maquiladas em   resistência à ...

JORNAL DA DITABRANDA VENDE O MESMO PEIXE PODRE PELA 2ª VEZ!!!

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Por Celso Lungaretti S empre que estão em evidência no noticiário as atrocidades e execuções perpetradas pelo regime militar, as  viúvas da ditadura   requentam os mesmíssimos episódios de vítimas dos grupos armados, apostando na desinformação dos brasileiros.  Realmente, por aqui poucos  sabem que, através dos tempos, TODAS as vezes em que cidadãos comuns pegaram em armas contra tiranias registraram-se erros e acasos infelizes, sem que isto descaracterizasse o fundamental: o fato de uns estarem utilizando a violência DESMEDIDAMENTE para manter o despotismo e outros SELETIVAMENTE para o combater. E a indústria cultural tudo faz para que tal conhecimento continue restrito a minorias. No Brasil, para contrapor às muitas dezenas de episódios chocantes protagonizados pelas bestas-feras da ditadura, a extrema-direita utiliza invariavelmente os casos de Mario Kozel Filho e Alberto Mendes Júnior --lamentáveis, sem dúvida, mas CIRCUNSTANCIAIS , enquanto ...

REFLEXÕES SOBRE A MORTE DE UM TIRANO

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Por Celso Lungaretti Nas pegadas de Stálin: assim se cultuava a personalidade do ditador que já foi tarde. P elos motivos que vou expor adiante, nunca me interessou particularmente o que acontecia na Coréia do Norte. A idade me ensinou a manter distância daquilo que só me deprimirá.  Mas, para os interessados, recomendo a ótima análise de Elio Gaspari em sua coluna Já foi tarde (acesse íntegra aqui ) da qual destaco estes parágrafos estarrecedores: " Em 1945, a península coreana foi dividida entre duas ditaduras. A do Norte, comunista e rica. A do Sul, capitalista e pobre. Nos anos 60, quando se falava em  milagre coreano , o tema era a supremacia socialista. Em 1970, todos os vilarejos do país tinham eletricidade.  Passou-se uma geração, o Sul tem uma democracia e o Norte tem uma tirania enlouquecida, que mais se parece com a  Spectre   do romance de Ian Fleming do que com um Estado. Em apenas quatro anos, entre 1991 e 1995, a renda per capita d...

DE UM LADO, OS BRASILEIROS LESADOS. DO OUTRO, OS BANCOS E O GOVERNO

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Collor deu uma banana para os investidores Em sua coluna A choldra e a banca duelarão no STF , Elio Gaspari informa que o Supremo Tribunal Federal está prestes a julgar o caso do ressarcimento ou não de todos os cidadãos brasileiros que tiveram confiscada parte dos rendimentos de suas aplicações financeiras em função de pacotes econômicos do Governo Federal: o Plano Bresser , em 1987;  o Plano Verão , em 1989; e o Plano Collor , em 1990. Quem possuía uma poupança de mil cruzados novos, exemplifica Gaspari, tem direito líquido e certo a receber atualmente algo em torno de R$ 610. O Banco Central fez terrorismo em 2009, ao divulgar que o pagamento dos direitos de quem os têm custaria aos bancos R$ 105,9 bilhões -- o que colocaria em risco sua sobrevivência. Já um estudo honesto de Roberto Luís Troster, ex-economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos, quantificou o mico em R$ 29 bilhões, que não seriam sacados simultaneamente. Segundo o colunista -- com quem, neste caso, ...