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Mostrando postagens com o rótulo escola

Escolas mal Assombradas

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As Escolas Públicas são assombradas.... 1- Há um espírito ruim, talvez um Exu que gosta de zanzar, de perambular pelas escolas públicas de Ruindônia. Às vezes ele costuma permanecer mais tempo nas escolas da capital que no interior. O fato é que, de um jeito ou de outro, ele faz questão de se manifestar em todas elas. De certo modo, ele é onipresente, mas nem sempre visível aos nossos olhos, porque adora transitar sorrateiramente nos corredores escolares, buscando uma brecha, uma fresta por onde possa entrar. Geralmente nas relações interpessoais que fazem a escola ser o que tem sido e o que é. Quando surge aí uma oportunidade, esta entidade sobrenatural entra em ação e, como o povo daqui costuma falar, faz o maior pizeiro. 2- Seria um “esprito” zombeteiro? O cramunhão? O tinhoso? Ou todos eles resumido num só? Sabe-se lá direito o que é! O fato é que o mesmo é escolado e adora repartição pública e tem um carinho especial pelas escolas, onde suas facetas podem gerar m...

Professor, peça de fácil reposição

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Não é somente em Rondônia que a figura do "professor" é descartável. Fato comprovado pela postura positiva do atual governo do Confúcio Moura para com os policiais recentemente. Postura que difere com a que esse Estado sempre deu aos auleiros concursados com o título de "professor", cuja figura é de fácil reposição. Basta contratar  emergenciais como o Estado costuma fazer. Que o texto da Ana possa nos ajudar a nos entender nesse fim de mundo que o Reporte-Record não mostra na TV. Peixoto. ... por Ana Carolina Martins da Silva* Nós nos sobrecarregamos com a discussão político-pedagógica de nosso ambiente de trabalho, com a discussão do mundo, com a salvação das baleias, dos afogados, dos desprotegidos, lutamos pela paz mundial, pelo bom aprendizado e pela construção das mais diversas áreas do conhecimento, por laboratórios, por merenda escolar. Nós nos dedicamos tanto a construir e ajudar aos nossos educandos a se construírem que nem nos lembramo...

Educação e Capitalismo

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Alberto Lins Caldas *       A educação está morta. Defendê-la, da maneira em que está, é aliar-se às causas da decomposição. A Educação, o Ensino, a Cultura, a Inteligência estão mortas. Mas de uma morte estranha. Continuam como se não estivessem mortas. Fedem, mas não a enterramos. Queremos resolver a questão da educação, criando uma teoria da Educação, ou criando uma “comunidade Educativa” onde o mal não possa chegar. Temos que principiar aceitando que a Educação morreu. Pensar a “sociedade” que a destruiu e para quê. De outra maneira, trabalharemos dentro de um corpo decomposto: assumiremos sem querer o discurso que matou e arrasta o cadáver da Educação. Sem cérebro, ela aponta para o coração do próprio capitalismo e é exatamente aí que queremos chegar, mas ele não está num só lugar, mas em todo canto. Todo lugar é o capitalismo. Tudo é só o capital e seus véus.      A Educação, como a realização do universo social no indivíd...

Já vai tarde...

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1- Foram oito longos anos... como demorou. Mas há quem ainda esteja passando mais tempo. Mas, 08 anos, foi muito. 2- Foram oito loongos anos: o que lamento é que o modelo não morreu. Saiu um protagonista, mas os cúmlices ficaram... 3- Foram oito looongos anos: muitos não tiveram a menor chançe de promover quaisquer mudança: ficaram pelo caminho...Foram devolvidos sem esboçar nenhuma reação, sem que hovesse justiça... 4- Foram oitos loooongos anos: sintetizando, personificando, tomando as dores, protegendo, escudando, reverberando, ecoando,  reproduzindo da forma mais dura, mais pesada, mais cristalizada, mais dogmática, mais reacionária toda uma visão "cassolista" de escola, de educação, de mundo e de sociedade arraigado dentro da alma sebosa de um grupelho que se recusa a se aposentar. 5- Foram oito looooongos anos...putz! Não é para qualquer um. Para quem foi nomeado, durou mais que o mandato de quem o indicou. É uma pena, pois quem deveri...

CLIMA DE ADEUS...

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Enquanto isso, numa "remota" Escola Pública da Capital, na 6ªFeira dia 18 de Fevereiro, final de tarde: um sombrio clima de adeus perambulava pelo ar....Seria o fim dos tempos?             "Oito anos estraga qualquer beleza!"

Todas as coisas públicas são máquinas de tortura, inclusive a ESCOLA.

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 Todas as coisas públicas são máquinas de tortura, inclusive a ESCOLA, mas isso é difícil dos "escolados" entenderem. Especialmente os que fazem questão de fazer parte dela, que se orgulham dela e torturam em nome dela e pior: fingem que o torturados são eles. Mas, tudo bem: sempre há excessões. O texto abaixo é do meu ex-orientador no falecido Mestrado em Ciências Humanas da UFRO, hoje professor na UFAL. desProf.Peixoto. Boa Leitura. MÁQUINAS DE TORTURA - quase todas as "coisas públicas" são máquinas de tortura, instrumentos de humilhação: também escadas, ónibus, calçadas, ruas, viadutos, praias, chopincenteres, gramáticas, ortografias, livros, comícios, escolas : principalmente se você é "possuidor" de uma "deficiência" (nada mais cruel que a língua, outra máquina monstruosa de tortura), se é negro, se é velho, se é homossexual, se é pobre, se é estrangeiro de "culturas inferiores" (os imbecis e os conceitos monstruosos ...

CARTA DE UM PROFESSOR AO NOVO GOVERNADOR DE RONDÔNIA CONFÚCIO MOURA- 02

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 1- Talvez eu não tenha sido feliz no que disse na primeira carta que escrevi para o senhor. Por favor, me desculpe se não me fiz entender como eu gostaria: de forma clara e direta a respeito das minhas expectativas em relação ao seu futuro governo, no que diz respeito precisamente à área de educação. Enquanto professor concursado e licenciado em História, lotado em um dos estabelecimentos de Ensino deste Estado, desde o ano de 1990, só demonstrei apenas minha estranheza na escolha do titular da pasta tomando por base fontes pessoais que disponho dentro da UFRO. Torço para que o ilustre e bem aventurado cidadão possa surpreender e a corresponder as necessidades da população nesta área. Pelo tempo que trabalho como professor dentro das escolas, pelo o que já passei, experienciei, ouvi, vi, li, fiz e fui constrangido a fazer me julgo em condições de, no mínimo, oferecer-lhes algumas sugestões no intuito de corroborar com o sucesso do vosso governo. Essa minha escrita parte da espe...

INIMIGO DO ESTADO: EU? IMAGINA!

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"Não há satisfação em enforcar um homem que não faz objeção a isso". George Bernard Shaw primeiro ∞ Hoje fui alertado mais uma vez que estou sendo monitorado pelos “Omens” que tomam conta do provedor do estado de Rondônia. Que as “porcas para parafusos”, cujo ofício é vigiar o funcionamento da internet dentro da máquina estatal e a sua utilização pelos seus funcionários, estão de olho em mim. Ora, isso não é uma novidade e não acontece só comigo. Basta um Zé Mané qualquer, seja ele professor ou não, tentar pesquisar em algum computador da escola através do Google um tema considerado “suspeito” o acesso lhes será negado. Já aconteceu de imagens da Disney, que eu precisava para ilustrar algum texto, ter tido o acesso negado pelo o referido provedor! Já houve ocasião de certos textos considerados ofensivos ao governante, existentes em certos sites locais também sofrerem a censura do Estado. “Sites” que se fingem ser de “oposição” sem ser de fato. segundo...

Patrões e Capatazes

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Meus ideais e meu sonhos não tem preço.  1- “Vivo” e trabalho em Rondônia desde julho de 1990. Vivo com o salário que tem sido pago ao professores. Com este, desde então, não me foi possível realizar meus sonhos ainda. Nunca fui outra coisa, senão um “professor”. Mesmo assim, apesar do que sempre me pagaram, a solidão me fez constituir uma família. Se não fosse por causa da solidão de morar neste fim de mundo, não casaria não. Minha mulher e meus filhos não merecem tamanha condição: viver com a dignidade menor que um cão. Se eu tivesse sido mais inteligente, se eu fosse mesmo inteligente, não teria casado não. Não há pagamento “em dia que dê jeito não!” Mas, enfim, casei, constitui família, tenho que insistir e viver, apesar de tudo e do outros. Não posso desistir só por causa disso. Tenho que prosseguir, que continuar sonhando e lutando se quiser sobre-viver. Tenho que resistir. 2- Nesse tempo todo, nunca me vendi, nunca abri mão dos meus valores e ideais por causa d...

Perguntara-me se eu quero ser Diretor de Escola, Pública???

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Tecendo pensamentos...os meus pensamentos. DesProf.Peixoto. Perguntara-me se eu quero ser Diretor de Escola, Pública??? em primeiro lugar :   Jamais. Esta tem sido a resposta frequente a quem me faz tal pergunta.  Sempre eu peço para me internarem num hospício caso saiba que eu tenha me tornar um..."diretor". Do jeito como sempre foram feitos ou constituídos os diretores  e as diretoras de escolas públicas neste país e , em especial, neste Estado, nunca, de jeito nenhum, jamais, never, que os deuses me impençam...Não sofro desta vontade de poder ou "foder" como é o caso de uma diretorzinha que conheço bem... Até agora, não é para isso que existem? Esta não é a "política pública" existente no que diz respeito a admnistração escolar? Esta eu recuso, eu vomito, cuspo em cima..... em segundo lugar :   “EU SÓ SERIA DIRETOR DE UMA ESCOLA PÚBLICA, SE,  MAS TÃO SOMENTE SE , PUDESSE ABRIR MÃO DA GRATIFICAÇÃO, NÃO SER PORTARIADO, MA...

CONSIDERAÇÕES DE UM SINDICALIZADO NO SINTERO

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                                     Deu no jornal eletrônico local: "Tudo Rondônia.com"                                                        http://www.tudorondonia.com.br/ler.php?id=15973                           Claudir Mata se licencia do Sintero para lançar pré-candidatura A presidente do Sintero, Claudir Mata, anunciou na reunião do Sistema Diretivo do Sintero, realizada sábado dia 29/05, em Guajará-Mirim, qu...

NOVO ANO LETIVO E VELHOS E MAU COSTUMES DE SEMPRE.

1. Fim do último dia, das “férias” dos ‘auleiros’ e demais ‘servo-dores’ que atuam nos zoológico-fabris, estatal denominados de “escola”. Muitos curtiram gastando todo o seu 13º salário e o restante pagando dívidas ou enchendo apenas a barriga. Poucos, muito poucos, de fato tiveram férias. Nesta minoria há muitos diretores-feitores; sindicalistas que se passam por professores; professores [as]-patricinhas [biqueiros [as] patrocinados [as] pelas esposas, maridos ou governo]; os que se endividam ainda mais; aqueles que insistem em viver de aparência; menos os que vegetam apenas com o sal-ário que ganham. Para os que não trabalham com certeza as férias foram maravilhosas! 2. Como todo início de ano letivo, este de novo começará com a semana ”pedagógica”. Momento sublime da hipocrisia educacional a começar com os sorrisinhos entre muitos dos participantes. Os que tiveram férias. As inúmeras capitãs do mato diplomadas já prepararam tudo para tão glorioso evento. 3. O script é o mesmo...