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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Será que a “Gestão Democrática” para as Escolas Públicas de Rondônia será mais uma GRATIFICAÇÃO dada pelo governo?



1- Na reunião da segunda-feira dia 30 de maio, uma das frases mais repetidas, parecendo um mantra profético, pelo o Prof. Raimundo, Representante de Ensino de Rolim de Moura, foram mais ou menos às seguintes: “A gestão democrática virá!”; “Até a gestão democrática chegar!” “A gestão democrática é fato, não boato! Acreditem! Ela virá!!!!

2- Talvez o camarada “Mundico” tentava com essas frases repetidas deixar a mente dos ouvintes meio dormente a um ponto de não repararem bem para o que ele estava fazendo nesta reunião: desdizer o que havia dito apenas verbalmente à diretora que pediu para sair. Que a escolha poderia ser feita da forma como a colega sugeriu com sua vice quando o informou que precisa entregar o cargo. Pois é, o recurso funcionou bem. Ele dissesse e anunciou verbalmente a substituta do preterido escolhido pelos ouvintes nessa reunião.

3- O referido mantra profético ou não era uma forma educada de dizer ao povo: não esquenta não, vocês em brevê elegerão quem vocês quiserem! O que ficou não-dito era o que, na opinião deste cabra que escreve agora, é como será ou acontecerá esta profetizada “gestão democrática” confuciana? O nobre representante estava com pressa e não disse mais nada e ninguém se tocou de insistir em perguntar. Dos participantes, apenas minha pessoa se ariscou uma pergunta: se a gestão democrática a qual ele se referia era a do projeto do deputado Luizinho Goebel? Se o Governador havia sancionado a lei proposta por esse deputado? Ele respondeu que não. O projeto era do senhor governador.

4- Pelo que pude entender da fala do Raimundo a respeito do tema, a tal gestão democrática confuciana acontecerá no início de 2012 depois dos grêmios estudantis e conselhos escolares serem implantados. Ora, se é que eu entendi bem, a profecia do Raimundo ou poderia dizer do profeta Raimundo não parece cheirar bem. O homem não foi explícito a respeito do tema. Apenas, ao ser perguntado por mim de novo, mas não em público, sobre como um reles professor comum como eu ou outro, poderia ter acesso às documentações oficiais publicadas que trata do assunto, o homem, foi lacônico e disse que talvez em julho...

5- O que pude perceber é que estamos quase na metade do ano e não sabemos com precisão o que será essa tal gestão que o atual governo implantará? Como ela ocorrerá? Não há informações precisas e não soube se o governo teve a preocupação de realizar alguma audiência pública para por o seu modelo em discussão. Sendo assim, eis porque a fala do Profeta Raimundo provoca em mim a mesma sensação que sinto quando escuto o pastor Silas Malaia, o Bispo Edir Macedo, o Apóstolo Valdomiro e congêneres pregando: vamos levar fumo! Pois, gestão democrática como prometido, mas parece gratificação do governador que uma construção coletiva dos que serão atingidos por ela. Cadê a direção do SINTERO minha gente? Que não informam?
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DISCURSO DE COLAÇÃO DE GRAU DA TURMA DE PEDAGOGIA 2007 UNITINS FAEL PELO ORADOR E ACADÊMICO ROMY NOGUEIRA

TURMA DE PEDAGOGIA UNITINS-FAEL 2007


O meu caminho cruzou-se com de meus colegas no ano de 2007, quando iniciamos nosso curso superior, apenas eu tinha 31 anos de experiência em salas de aula, mas quero ter a certeza de que em nenhum momento fui soberbo ou me fiz maior que meus colegas, espero sim ter somado para que eles tenham crescido ouvindo minhas experiências e histórias tristes e felizes do magistério.

Durante quatro anos de nossas vidas convivemos no curso de pedagogia. Eram muitos os sonhos de cada um de nós, mas tínhamos um objetivo em comum, que se consagra hoje tendo todos vocês parentes e amigos como testemunhas.

Experimentamos muitas dificuldades, descobrimos que para que chegássemos ao dia 02 de junho, dia em que assinamos a ata de colação de grau, foi necessário que traçássemos nossos próprios caminhos.

Aqui estamos, chegamos ao fim de nosso objetivo inicial, professor graduado em pedagogia.

Não temos mais nossas aulas de sábado, os estágios, o portal da Unitins e Fael, o edital de notas e a aflição do “que nota tirei”Aqui vou abrir um parênteses para agradecer a iniciativa da Faculdade virtual, UNITINS e FAEL que ao contrário do que alguns pensam , é tão competente quanto a presencial aproveito para agradecer ao professor Dirceu Bettiol e a professora Benta pela coragem de investir na potencia da mídia,proporcionando a nós a possibilidade da graduação superior com condições mais acessíveis ao nosso bolso.

Sentiremos falta de muitas coisas, principalmente dos colegas e de nossas tutoras ,a professora Ana Paula e aquela que nos conduziu até o final de nosso curso,a professora Cleusa Santana, a ela nosso carinho eterno pois, como uma professora de primeira série nos conduziu por caminhos tortuosos,mas com segurança de uma professorinha que é apaixonada por sua turma e que fez de tudo e mais um pouco para que esta graduação acontecesse e para que todos nós permanecêssemos juntos até o final e por isso estamos todos aqui. das visitas do professor Dirceu e professora Benta e da alegria contagiante do professor Nelson.

Já que cheguei aos agradecimentos quero ressaltar a presença constante de duas pessoas que nomeamos como amigos da turma , que são os casos de Dona Irene mãe de nossa colega Marilsa e Vilson Baccon marido de nossa colega Marcia Vilar , estes dois não pouparam tempo, esforços ou mesmo distância para ajudar a turma de formandos de 2007, é claro que tivemos outros colaboradores

que vou deixar de citá-los para não correr o risco de ser injusto esquecendo vosso nomes.

Tivemos o conforto de nossos lares, junto aos nossos pais, maridos ,esposas, filhos , namorados e amigos que sempre nos incentivaram a prosseguir com o nosso sonho da tão almejada graduação superior.

Para concluir, agradeço a presença de todos vocês aqui presentes nesta noite , amigos e parentes de nós formandos e particularmente agradeço a vocês colegas de curso por me terem suportado com minhas rabugices. Este é um momento que jamais vamos esquecer ,guardaremos para sempre cada momento e em alguns ias estas lembranças vão nos dar forças para superar as dificuldades que enfrentaremos durante o exercício legal do magistério.

Findando, quero deixar meu abraço a todos à aqueles colegas de turma que por motivos particulares não estão compartilhando este momento conosco, Katiusa, Luciene, Lucimeire,Luciana,Rosimeire e Ederson.

Senhores e senhoras, amigos aqui presentes,

Colegas do curso de pedagogia 2007 agora professores graduados, boa noite e boa festa pra todos nós.


PROFESSOR ROMY RIBEIRO NOGUEIRA

GRADUADO EM PEDAGOGIA E PÓS GRADUANDO EM METODOLOGIA DA EDUCAÇAÕ FÍSICA
*Texto originalmente publicado em 15/01/2011



























DE UM LADO, OS BRASILEIROS LESADOS. DO OUTRO, OS BANCOS E O GOVERNO

Collor deu uma banana para os investidores
Em sua coluna A choldra e a banca duelarão no STF, Elio Gaspari informa que o Supremo Tribunal Federal está prestes a julgar o caso do ressarcimento ou não de todos os cidadãos brasileiros que tiveram confiscada parte dos rendimentos de suas aplicações financeiras em função de pacotes econômicos do Governo Federal: o Plano Bresser, em 1987;  o Plano Verão, em 1989; e o Plano Collor, em 1990.

Quem possuía uma poupança de mil cruzados novos, exemplifica Gaspari, tem direito líquido e certo a receber atualmente algo em torno de R$ 610.

O Banco Central fez terrorismo em 2009, ao divulgar que o pagamento dos direitos de quem os têm custaria aos bancos R$ 105,9 bilhões -- o que colocaria em risco sua sobrevivência. Já um estudo honesto de Roberto Luís Troster, ex-economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos, quantificou o mico em R$ 29 bilhões, que não seriam sacados simultaneamente.

Segundo o colunista -- com quem, neste caso, concordo em gênero, número e grau --, a defesa apresentada pelas instituições financeiras e pelo Banco Central desemboca numa situação kafkiana:
 "Para que prevaleça a linha de raciocínio segundo a qual o Estado tem o direito de interferir nos contratos, (...) será necessária uma nova Constituição. Nela, a defesa do patrimônio é um direito individual do cidadão, mas, quando do outro lado estão o governo e a banca, o direito coletivo não existe. Cada um tem direito a tudo. Todos não têm direito nenhum".
Vamos ver se, uma vez na vida, o STF ousará fazer Justiça quando estão em xeque os interesses dos poderosos e a pendenga é de grande monta.

Aquário

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