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BRIZOLA AGORA É HERÓI DA PÁTRIA. FOI GRANDE. MAS LAMARCA E MARIGHELLA FORAM MAIORES.

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Rede da legalidade: uma vitória épica. A  presidente Dilma Rousseff sancionou lei incluindo no  Livro dos Heróis da Patria  o político Leonel Brizola que, quando era governador do RS, liderou a resistência ao golpe de estado tentado pela direita em 1961, quando da renúncia do presidente Jânio Quadros. Infelizmente, a conspiração militar acabou sendo vitoriosa na oportunidade seguinte, dois anos e meio depois. Mas não por omissão do Brizola: ele bem que pretendeu confrontar os fascistas, só que o presidente João Goulart era de outra têmpera e preferiu escafeder-se com o rabo entre as pernas para o Uruguai, deixando o governo acéfalo. Honraria merecidíssima. Brizola estará em boa companhia, ao lado de Anita Garibaldi, Chico Mendes, Frei Caneca, Tiradentes e Zumbi dos Palmares, bem como de líderes da Conjuração Baiana, das Guerras Guaraníticas, da Insurreição Pernambucana de 1624-1654, da Revolução Acriana e da Revolução Federalista; de heróis da Revolução Perna...

A "FOLHA DE S. PAULO" NOVAMENTE ACHINCALHA A LUTA CONTRA A DITADURA

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Por Celso Lungaretti O  jornal da  ditabranda  continua publicando péssimos editoriais sobre os acontecimentos dos  anos de chumbo , talvez porque o papel então desempenhado pelo  Grupo Folha  foi nada menos que indecoroso, daí seu desconforto ao tocar nesses assuntos.  Para quem quiser conhecer mais detalhes sobre tal  papelão , recomendo a leitura  deste meu artigo . Vale, contudo, destacar alguns trechos de um texto autocrítico publicado pela própria  Folha de S. Paulo  quando da comemoração do seu 90º aniversário:  " A partir de 1969, a 'Folha da Tarde' alinhou-se ao esquema de repressão à luta armada, publicando manchetes que exaltavam as operações militares. A entrega da Redação da 'Folha da Tarde' a jornalistas entusiasmados com a linha dura militar (vários deles eram policiais) foi uma reação da empresa à atuação clandestina, na Redação, de militantes da ALN...  Em 1971, a ALN incendiou três veículos...

GASPARI REPETE AS FALÁCIAS DAS VIÚVAS DA DITADURA

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Por Celso Lungaretti De vez em quando o Elio Gaspari toma emprestado o chapéu do Reinaldo Azevedo ... E lio Gaspari, napolitano radicado no Brasil há quase sete décadas, é um homem de esquerda que, em 1968 e anos seguintes, abominava os movimentos contestatórios que sacudiam o mundo.  Assim como o genovês Mino Carta, mantinha-se devoto do comunismo desvirtuado e burocratizado que  se desmanchava no ar, esfarelando-se sob o impacto das duas grandes primaveras, a de Paris e a de Praga. Virou as costas à juventude mais combativa que o Brasil já produziu e está resmungando até hoje contra quem verdadeiramente lutou, enquanto seus camaradas se omitiam e até sabotavam a resistência heroica que uns poucos Davis opúnhamos à legião de Golias da ditadura militar. Nunca esquecerei o desgosto que nos causava receber notícias de morte ou torturas de companheiros queridos, simultaneamente com relatos dos esforços mesquinhos da direção do PCB para convencer seus militantes...

JORNAL DA DITABRANDA VENDE O MESMO PEIXE PODRE PELA 2ª VEZ!!!

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Por Celso Lungaretti S empre que estão em evidência no noticiário as atrocidades e execuções perpetradas pelo regime militar, as  viúvas da ditadura   requentam os mesmíssimos episódios de vítimas dos grupos armados, apostando na desinformação dos brasileiros.  Realmente, por aqui poucos  sabem que, através dos tempos, TODAS as vezes em que cidadãos comuns pegaram em armas contra tiranias registraram-se erros e acasos infelizes, sem que isto descaracterizasse o fundamental: o fato de uns estarem utilizando a violência DESMEDIDAMENTE para manter o despotismo e outros SELETIVAMENTE para o combater. E a indústria cultural tudo faz para que tal conhecimento continue restrito a minorias. No Brasil, para contrapor às muitas dezenas de episódios chocantes protagonizados pelas bestas-feras da ditadura, a extrema-direita utiliza invariavelmente os casos de Mario Kozel Filho e Alberto Mendes Júnior --lamentáveis, sem dúvida, mas CIRCUNSTANCIAIS , enquanto ...

COMANDANTE JONAS? PRESENTE! AGORA E SEMPRE!

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Nesta 2ª feira (15), às 19 horas, a Câmara Municipal de São Paulo conferirá postumamente o título de Cidadão Paulistano a Virgílo Gomes da Silva, o  Jonas , dirigente da Ação Libertadora Nacional que foi um dos  mortos sem sepultura  da ditadura militar. Preso em 1969 pelo braço militar da repressão, acabou sofrendo um dos  acidentes de trabalho  que marcaram o período: sucumbiu à violência exacerbada do primeiro dia de detenção. Mais tarde, na virada de 1970 para 1971, as Forças Armadas decidiram exterminar os militantes que não admitiam ver eventualmente trocados por diplomatas; passaram a encaminhá-los a centros clandestinos de tortura, sem oficializar a prisão. Lá lhes arrancavam informações e depois os executavam, dando sumiço nos cadáveres. Em 1969 a intenção ainda não era matar, embora isto frequentemente decorresse da bestialidade dos torturadores. Eis o relato do também ex-preso político Francisco Gomes da Silva: “ Meu irmão Virgílio Gomes da Si...