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Mostrando postagens com o rótulo ditabranda

PARA PROTEGER REINALDO AZEVEDO, OMBUDSMAN DA "FOLHA" FALTA COM O DEVER, IGNORA LEITORES QUEIXOSOS E DESRESPEITA CIDADÃOS IDOSOS.

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Reinaldo Azevedo: pego na mentira. H á exatas duas semanas a  Folha de S. Paulo  publicou uma coluna de Reinaldo Azevedo na qual, para satanizar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (o que ele e a  veja  fazem dia sim, outro também, há anos), mentiu descaradamente sobre o desfecho do Caso Battisti. Após sustentar que Lula se consideraria "o inimputável da República", Azevedo foi mais além em suas invencionices manipulatórias:  " Vai ver isso decorre daquela maioria excêntrica formada no STF, em 2009, que decidiu que o refúgio concedido a Cesare Battisti era ilegal, mas que cabia a Lula decidir se o terrorista ficaria ou não no Brasil. Ficou. Assim, os excêntricos de toga lhe concederam a licença única para decidir contra a lei " . No mesmo dia (15/01/2016), os três principais defensores de Battisti na batalha de opinião publica outrora travada escrevemos à ombudsman da  Folha , Vera Guimarães Martins, pedindo um posicionamento do jornal co...

ULTIMATO DA 'FOLHA' À DILMA: ARROCHE OS BRASILEIROS OU RENUNCIE!

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Octávio Frias Filho só dá duas opções a Dilma: ou aproveita a "última chance" ou deve renunciar. Q uem acompanha meu  trabalho não se surpreenderá com os vários indícios de que a contagem regressiva para o defenestramento da presidenta Dilma Rousseff está chegando ao fim.  Era, como sempre afirmei, a consequência óbvia dos enormes erros cometidos; e o governo, aparvalhado e impotente, não conseguiu reverter o movimento inercial que o conduzia para o mais amargo fim. No último domingo, 13, a  Folha de S. Paulo  não só assumiu em editorial que tal desfecho já entrou na ordem do dia, como o fez num editorial excepcionalmente publicado na capa, com o título alarmista de  Última chance   : " Às voltas com uma gravíssima crise político-econômica, que ajudou a criar e a que tem respondido de forma errática e descoordenada; vivendo a corrosão vertiginosa de seu apoio popular e parlamentar, a que se soma o desmantelamento ético do PT e dos partidos que lh...

EDITORAL DA "FOLHA" EXPRESSA A FÚRIA DOS PODEROSOS FACE AO FRACASSO DO ARROCHO FISCAL

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O s editoriais da  Folha de S. Paulo  não cheiram nenhum perfume que agrade ao olfato dos melhores seres humanos; nem, na maioria das vezes, fedem. Ficam mais nas obviedades e platitudes, no  nem sim, nem não, muito pelo contrário ... São raros os contundentes como o provável campeão de rejeição em todos os tempos -- aquele   que, baixando o cassete em Hugo Chávez,  en passant  minimizou o terrorismo de estado imposto ao Brasil pelos golpistas de 1964, qualificando-o de  ditabranda . Então, chama a atenção o tom exacerbado, cuspindo fogo, que a  Folha  adotou nesta 6ª feira (24) para deplorar o malogro do arrocho fiscal do Joaquim Levy: " O Brasil está à deriva num mar tempestuoso. O lamentável desfecho do debate acerca das contas públicas acentuou a sensação de que ninguém controla o leme desse gigantesco transatlântico. Acho que entendi errado aquelas teses do Friedman Reduzir a meta de economia de gastos em 2015 foi o me...

A "FOLHA DE S. PAULO" NOVAMENTE ACHINCALHA A LUTA CONTRA A DITADURA

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Por Celso Lungaretti O  jornal da  ditabranda  continua publicando péssimos editoriais sobre os acontecimentos dos  anos de chumbo , talvez porque o papel então desempenhado pelo  Grupo Folha  foi nada menos que indecoroso, daí seu desconforto ao tocar nesses assuntos.  Para quem quiser conhecer mais detalhes sobre tal  papelão , recomendo a leitura  deste meu artigo . Vale, contudo, destacar alguns trechos de um texto autocrítico publicado pela própria  Folha de S. Paulo  quando da comemoração do seu 90º aniversário:  " A partir de 1969, a 'Folha da Tarde' alinhou-se ao esquema de repressão à luta armada, publicando manchetes que exaltavam as operações militares. A entrega da Redação da 'Folha da Tarde' a jornalistas entusiasmados com a linha dura militar (vários deles eram policiais) foi uma reação da empresa à atuação clandestina, na Redação, de militantes da ALN...  Em 1971, a ALN incendiou três veículos...

A NOITE QUE DUROU 21 ANOS

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"Morte vela, sentinela sou do corpo desse meu irmão  que já se foi. Revejo nesta hora  tudo que aprendi,  memória não morrerá! Longe, longe ouço essa voz que o tempo não vai levar!" ( Fernando Brant e  Milton  Nascimento, "Sentinela" ) N o próximo 1º de abril, ao se completar meio século da pior mentira já enfiada goela dos brasileiros adentro -a quebra da normalidade institucional sob justificativas falaciosas, mergulhando o País nas trevas e barbárie durante mais de duas décadas-, é oportuno lembrarmos o que realmente foi a nada branda ditadura de 1964/85, ainda louvada por seus carrascos impunes, reverenciada por suas repulsivas viúvas e defendida pelos  cuervos   que o totalitarismo criou. Como frisou a bela canção de Milton Nascimento e Fernando Brant, cabe a nós, sobreviventes do pesadelo, o papel de  sentinelas   do corpo e do sacrifício dos nossos irmãos que já se foram, assegurando-nos de que a  mem...