FRANCISCO BATISTA “PANTERA”, NORDESTINO, CABRA DA PESTE, MEU HISTÓRICO AMIGO. depoimentos.


Um

Cabra da peste, amigo meu, desde 1992, acho eu, até hoje então. Conheci quando me transferi para UNIR, a fim de minha licenciatura plena em HISTÓRIA concluir. Foi um tempo bom: agruras do trabalho de professor do Estado com os da Academia, prática e teoria que nos fizeram ser a presente alegoria: mão de obra e cérebro a serviço da educação.

Dois

Xico Batista, o tripé da Academia que assombrava as meninas com o tamanho do seu “aleijão”. Militava fazendo política pelo partido comunista do Brasil, o partido que naquele tempo, diziam, mal cabia num fuscão. Arretava todo mundo, de professor anti-cientificista ao petista de plantão; de Alberto Lins Caldas ao boçal do Ariote: não importava a razão. O Pantera que lá dentro convivi, não corria de nenhuma discussão.

Três

Pantera sindicalista foi sempre uma assombração dos diretores “robertistas” do SINTERO que relutam em deixar de ser eterno no cargo em que estão. Pretensiosos, safados alpinistas sociais que se profissionalizaram fazendo do sindicato um trampolim político para apenas satisfazerem suas individuais ambições. O Pantera, sabendo disso, não dá mole para eles não.

Quatro

Pantera enquanto diretor de Escola Pública democrático sempre foi. Respeitava os pensamentos diferentes e a livre expressão. Tive brigas homéricas com ele sem jamais sofre quaisquer repressão. Com pouca ou muita cachaça na cabeça, não importava a marca, ele jamais, durante o trabalho, perdeu a razão. Era querido pelos alunos de tal jeito que reclamava Gracinha que sua pedagogia do amor enchia o saco dela, mas mau a eles não fazia não.

Quinto

Termino esses meu breves depoimentos com uma frase lapidar da literatura desse cabra arretado de enorme coração. Que apesar do seu óculo suspeito, parece, mas, não virou bicha não! É o Pantera, a marca da fera de óculos novo improvisando seus refrãos...



Para fazer a minha literatura

Não preciso do seu consentimento

Tudo morre no homem

Afirma Da Vinci em seu testamento

Menos na arte

Era esse seu pensamento.





Francisco Batista Pantera, Professor, Jornalista, Poeta e dirigente do PCdoB. No site Tudo rondonia em 23/05/2011.



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