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Pernambuquês para os não pernambucanos

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Linda, não é? Eis alguns vocabulários do Pernambuquês típico de todos que querem compreender os pernambucanos: * Pai é Paínho. * Mãe é Maínha. *Uma ferida na pele é Pereba *Fazer tudo que o outro quer é Bajular *Só falar ou escrever o que os outros, especialmente o chefe ou patrão, gostam de ouvir: Chalerar. *Aí dentro é Dentu *Medroso é Frouxo *Ri de alguém é Mangar *Dar a volta é Arrudiar . *Abestado: Bobo *Munganga: Alguma coisa estranha . Esquisitices. *Murrinha: Coisa ruim * Botão de som é pitôco ; * Se é muito miúdo é pixotinho ; * Se for resto é cotôco ; * Tudo que é bom é massa ; * Tudo que é ruim é peba ; * Rir dos outros é mangar ; * Ficar cheio de não me toque, frescura é pantim ; * Homossexual é: fresco , baitola e viado. * Faltar aula é gazetar ; * Colar na prova é filar ; * Quem é franzino (pequeno e magro) é xôxo ; * O bobo se chama leso ; * E o medroso se chama frouxo ; * Tá com raiva é invocado ; * Vai...

UM INOCENTE EXECUTADO NA 'TERRA DOS LIVRES E LAR DOS VALENTES': JOE HILL

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Por Celso Lungaretti "oh, diga, a bandeira estrelada ainda tremula  sobre a terra dos livres e lar dos valentes?" (trecho do hino nacional dos EUA) A notem a data: 19 de setembro de 2015. Temos um mártir a reverenciar neste dia. É quando transcorrerá o centenário da morte de Joe Hill, outro esquerdista que, a exemplo de Sacco e Vanzetti, os EUA executaram por causa dos seus ideais, utilizando como pretexto um crime comum do qual foi falsamente acusado.  Seu nome era Joel Emmanuel Hägglund. Filho de um ferroviário, nasceu na província sueca de Gästrikland, em outubro de 1879. Com queda para a música, aprendeu cedo a tocar órgão, piano, acordeão, banjo, guitarra e violino. Depois da morte dos pais, foi em 1902 tentar a sorte nos EUA, onde adotou o nome de Joseph Hillström. Eis um bom relato do que lhe aconteceria na  terra dos livres e lar dos valentes , assinado por Fernando J. Almeida (cujo único senão foi não ter deixado mais claro quais ...

CONTRA OS MENTIROSOS: O VOTO NULO!

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Será que os políticos de Rondônia, incluindo aí a direção do SINTERO, sem exceção, merecem o respeito dos servidores públicos que foram iludidos por eles? Será que esses servidores irão sofrer sem revidar? A começar pela direção do SINTERO, sindicato dos trabalhadores em educação de Rondônia: será que permitiremos que eles continuem a rir de nós; de nossa desgraça? Será que devemos respeitar um presidente do sindicato que recebe sua licença prêmio em dinheiro junto com sua patota primeiro que os sindicalizados que dizem representar? E ainda tem a cara de pau e diz, publicamente, que o governo estava tentando comprá-lo? Que moral e autoridade têm esse sujeito ainda? Pior de tudo, é a palhaçada da procissão para Brasília que ele promoveu. Quanta maldade, quanta manipulação do outro! Quanta sujeira! Seboso ainda é o silêncio dos demais políticos a começar pelo senador lobisomem que é presidente nacional do PMDB. Todos sabiam! E o restante que desejam ainda governar a capital e de...

Professor: “O senhor não é um nada; é um pedaço de bosta!” Diz o Brasil na ficção e na realidade.

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Trecho d’um cordial “diálogo” entre o coronel Melki Tavares e o Professor Josué da novela Gabriela de Jorge Amado que nos dá uma idéia aproximada de como os professores eram visto na década de 1920 na Bahia e no Brasil inteiro. Não só no século XX como ainda no século XX mesmo de um jeitinho confuso e disfarçado. Se no Brasil, professores são socialmente invisíveis e, economicamente, improdutivos. Para os poderosos de plantão, na prática, não passam mesmo de um pedaço de bosta, fácil de enganar. Trouxas que são enrolados até pelo seu próprio sindicato da ocasião. Pior, muitos agem que nem gabolas: cheios de si, diante de supostos alunos imbecis e que quando conseguem um carguinho qualquer fora de sala de aula dispensam o mesmo tratamento aos colegas que ainda continuam dentro delas e quando entra num mundo sindical, [quase todos] se corrompem por “poucos tostões” juntos com seus advogados contratados para fingirem nos dar proteção. Eis o trecho do diálogo de nossa reflexão: ...